Evolução e Acaso – transcrição de discussão que tive com o professor André Coelho -parte 2 de 2

Dando continuidade à transcrição da discussão que tive com o professor André Coelho sobre o papel do acaso na teoria da evolução darwiniana, vide a apresentação do interlocutor e do contexto na postagem anterior e a parte inicial da discussão (https://libertarianismoedarwinismo.wordpress.com/2013/05/22/evolucao-e-acaso-transcricao-de-discussao-que-tive-com-o-professor-andre-coelho-parte-1-de-2/). Lembrando que o que ele escreveu está em negrito, e o que eu escrevi está em letra normal.

Abaixo, transcrevo:

[André Coelho, em 4/5/2013]

Valdenor Júnior, em primeiro lugar, obrigado pela boa vontade e paciência de ter aceito o desafio e escrito uma resposta tão detalhada. Obrigado também pela gentileza de manter na sua resposta, para fins de clareza do debate, os termos e expressões que usei nas perguntas (tanto a tríade programação, manifestação e ambiente, quanto a dicotomia conservação por seleção e transformação por adaptação), mesmo eles estando longe de serem tecnicamente precisos ou de corresponderem ao uso padrão por parte de ecologistas, evolucionistas e geneticistas. Na falta de domínio da linguagem técnica do campo, tive que expressar minhas intuições por meio de termos e expressões úteis e estes foram os melhores que consegui cunhar. Se, na próxima resposta, você quiser me explicar quais seriam os termos e expressões técnicos para expressar aquilo a que estou querendo me referir, fique à vontade. Se os termos ou expressões sugeridas quiserem dizer o mesmo que os que usei antes, adotarei a nomenclatura que você indicar.

Sua resposta foi clara, mas, dada a minha ignorância sobre os elementos mais técnicos da discussão, tive que reler certas partes e pesquisar certas coisas (deriva, hitchhiking, monstro promissor/esperançoso etc.) para entender melhor. Quero usar esta primeira parte para checar se entendi corretamente seus argumentos. Vamos à checagem:

Acaso: Distingui entre acaso causal (ausência de causa) e acaso teleológico (ausência de propósito), dizendo que o evolucionismo negava o primeiro, mas mantinha o segundo. Pelo que entendi, você concordou comigo, mas considera que o evolucionismo abraça o acaso teleológico apenas na mesma medida em que qualquer outra teoria explicativa que não um criacionismo estritamente determinista também teria que abraçá-lo. Afinal, se vamos explicar os processos biológicos a partir de interações entre elementos materiais existentes no ambiente, temos que admitir a contingência de que os elementos materiais existentes sejam uns, em vez de serem outros, e que suas relações só são as que são porque os elementos são aqueles, e não outros. Então, se entendi bem, você considera que este sentido de acaso é trivial e, por isto, pouco útil para discutir a teoria. Você propõe que falemos de acaso num terceiro sentido, um sentido probabilístico, em que a ocorrência de certo fenômeno ou processo se explicasse pela simples probabilidade de que tal fenômeno ou processo pudesse ocorrer. Este é o acaso pela qual, jogando um dado de seis faces sobre a mesa, ele cai, por exemplo, com a face do “quatro” voltada para cima. Não há acaso causal, porque a forma, o tamanho, o material e a massa do dado, a forma e a posição como o segurei na mão antes de jogá-lo, a força, a altura e o ângulo com que o joguei na mesa, o material de que é feita a mesa e sua resistência ao movimento, as condições de vento, temperatura e pressão etc. são capazes de explicar, embora numa equação extremamente complexa, por que o dado caiu com a face do “quatro” voltada para cima em vez de qualquer outra. Mas haveria o acaso probabilístico: Seja o conjunto de todas estas condições necessárias para que o dado caia com a face do “quatro” voltada para cima chamado de C-4 (condições para cair o 4), é meramente contingente que, na hora de arremessar o dado, C-4 fosse o caso, em vez de, por exemplo, C-3 ou C-6. Assim, embora o dado ter caído com a face do “quatro” voltada para cima possa ser explicado causalmente a partir de C-4, C-4 ocorreu apenas porque, entre todos os conjuntos de condições que poderiam ocorrer, ele era um deles. Assim, C-4 ocorreu apenas porque havia a probabilidade de que ele ocorresse. Veja se entendi corretamente. No caso, segundo a sua explicação, o evolucionismo não recorre a este tipo de acaso probabilístico para explicar o surgimento de funcionalidades complexamente organizadas. Porque, ao contrário de C4, que é uma entre apenas seis possibilidades probabilísticas, as possibilidades probabilísticas para um fenômeno como o surgimento ou não surgimento de uma estrutura como o olho humano seriam virtualmente infinitas, tornando implausível uma teoria que explicasse este surgimento por meio do acaso probabilístico.

Mecanismo de filtragem: A alternativa que o evolucionismo oferece contra o acaso probabilístico é a existência da seleção natural como mecanismo de filtragem. A evolução abre mão da ideia de determinação causal do ambiente sobre a programação genética em nome da ideia de determinação seletiva. A programação genética produz uma ampla variedade de formas de vida, enquanto o ambiente apenas oferece recursos e impõe desafios específicos a estas formas de vida, selecionando aquelas que são capazes de adaptarem-se. Até mesmo a ocorrência medianamente frequente de mutações seria resultado da seleção natural, porque organismos predispostos a terem mutações demais ou de menos seriam ambos menos adaptáveis ao ambiente, de modo que, se hoje ocorre certo número de mutações nos organismos que existem, é porque este número mesmo é resultante da melhor interação adaptativa com o ambiente.

Tudo isso faz todo sentido. Mas – se, pelo que entendi, você já admitiu (porém como trivial) o acaso teleológico e está tentando negar apenas o acaso probabilístico (que tornaria a teoria realmente implausível) – me fica a seguinte questão:

Como é possível que o acaso probabilístico (vamos chamá-lo de AP, ok?) não desempenhe um papel central na teoria? Digamos o exemplo que você deu, do olho. Ora, faz sentido que o olho tenha se desenvolvido a partir de uma série de mutações cujos resultados foram afortunados e que, uma vez obtidos estes resultados, a maior adaptação dos que tinham este atributo tenha contribuído para sua conservação genética. Mas isso parece explicar a partir da seleção natural a conservação, não o surgimento do olho. Como podemos dizer que o surgimento do olho não tenha sido o resultado de AP? Afinal, alguns seres vivos sofreram mutações que resultaram nas formas primárias do olho. O fato de tal mutação ser possível, em vez de não ser, e de haver seres capazes desta mutação, em vez de não haver, não seria produto de AP? Aí, no momento seguinte, sim, age a seleção natural. Como os seres vivos que desenvolveram as formas primários do olho, por causa da seleção natural, sobreviveram mais que os outros e se reproduziram entre si, os organismos tendentes àquela mutação continuaram interagindo geneticamente, aumentando a chance probabilística de que voltassem a ocorrer novas mutações do mesmo tipo, algumas das quais representando avanços em relação às anteriores. Mas isto é, quando muito, um tipo de afunilamento dos caminhos pelos quais o AP pode transitar, e não uma exclusão do AP. Como é que um mecanismo de filtragem que é seletivo, mas não causal, pode realmente exorcizar o fantasma do AP?

[Eu, em 7/5/2013]

Professor André Coelho, desculpe a demora em responder, no meio do caminho me viciei na leitura de “O Messias de Duna”, mas a leitura foi proveitosa, comprei no sábado e acabei na segunda. Bem, o senhor pediu que eu apresentasse alguns termos técnicos. Essa primeira postagem aproveito para fazer justamente isso. Contudo, após apresenta-los, explico o porquê de preferir manter a terminologia anterior.

Aptidão (fitness, em inglês) é a contribuição média para o pool gênico da geração seguinte. Leva em conta o efeito de uma ação em diminuir ou aumentar a probabilidade de reprodução. Gene é qualquer porção de material cromossômico que, potencialmente, dura um número suficiente de gerações para servir como unidade de seleção natural (Dawkins, usando G. C. Williams), ou um gene que é um replicador que produz cópias de alta fidelidade (Dawkins). Seleção natural é a sobrevivência diferencial de entidades (Dawkins), reprodução diferencial (Foley). O meio ambiente de um gene não é só o meio externo, mas também outros genes que estão no mesmo código genético de um organismo específico. Estratégia evolutivamente estável: estratégia que, ao ser adotada pela maioria dos membros de uma população, não pode ser superada por uma estratégia alternativa. (Dawkins)

Esse trecho do Dawkins me lembrou sua distinção entre conservação por seleção e transformação por adaptação (que acredito não terem correspondente técnico exato, tudo é apenas “seleção” ou “adaptação”, ou “fitness”): “O pool gênico se tornará um conjunto evolutivamente estável de genes, definido como um pool de genes que não pode ser invadido por nenhum gene novo. A maioria dos novos genes que surgirem, seja por mutação, seja por rearranjo ou por migração, será rapidamente penalizada pela seleção natural: o conjunto evolutivamente estável é restabelecido. De quando em quando um gene novo consegue invadir o conjunto: ele consegue se disseminar pelo pool gênico. Há um período transitório de instabilidade, culminando num novo conjunto evolutivamente estável – terá ocorrido um bocadinho de evolução.” (Dawkins)

Nesse outro trecho (de outro livro inclusive), fica bem claro o que é evolução no significado tecnicamente correto:“Só para burilar essa ideia dos reservatórios gênicos, quero dizer que cada animal individual que vemos numa população é uma amostra do reservatório gênico (gene pool) de seu tempo (ou melhor, do tempo de seus pais). Não existe tendência intrínseca, nos reservatórios gênicos, de determinados genes aumentarem ou diminuírem de frequência. Mas quando ocorre um aumento ou diminuição sistemáticos na frequência com que vemos determinado gene em um reservatório gênico, isso é justamente e precisamente o que significa evolução. Assim, a questão passa a ser: por que deveria haver um aumento ou diminuição sistemáticos na frequência de um gene?” (Dawkins).

E aqui um trecho que fala da diferença entre acaso e aptidão: “Muitas cópias do gene bom são eliminadas porque acontece de elas partilharem um corpo com genes ruins, e muitas perecem por causa de outras formas de má sorte, por exemplo, quando o corpo que habitam é atingido por um raio. Mas a sorte, boa ou ruim, é por definição uma obra do acaso e um gene que sempre se encontra do lado dos perdedores não é um gene azarado – é um gene ruim.” (Dawkins) “no longo prazo as consequências da morte e do sucesso reprodutivo individuais, não aleatórios, se manifestam sob a forma de alterações na frequência dos genes no pool gênico” (Dawkins)

Contudo, professor, prefiro usar os termos que cunhamos ao longo das discussões, e só usar esses termos novos na medida em que uma necessidade de mais exatidão for sentida. Isso porque tenho medo de confundir-me no uso dos conceitos,e, principalmente, porque nem todos os termos usados pelo senhor tem correspondência “um-a-um” com termos específicos do jargão (até onde eu conheço do jargão).

[Eu, novamente, no mesmo dia]

Agora passemos quanto à sua análise do que eu falei e da sua interpelação final. O senhor está correto no modo como interpretou o que eu disse. Eu apenas acrescentaria o seguinte: o acaso teleológico e o acaso probabilístico tem uma participação muito semelhante em qualquer teoria (menos no criacionismo rígido, detalhista), contudo, enquanto o acaso teleológico é trivial (porquanto não oferece nenhuma explicação em nenhuma teoria), o acaso probabilístico não o é (ele de fato é uma tentativa de explicação para certos fatos). Por outro lado, lembrar que o acaso probabilístico foi sofisticado na moderna ciência evolucionária, com base em estudos da genética: deriva, hitchhiking ,etc. Se tiver algum ponto a mais para apresentar, falarei como resposta à sua interpelação. Portanto, vamos a ela:

O senhor faz um sério desafio: o surgimento do olho ocorre por AP, enquanto apenas sua conservação é feita pela seleção natural. Logo, o AP tem um papel central na explicação proposta pela teoria.

Contudo, penso que houve um mal entendido aí. A explicação darwiniana pretende que o surgimento do olho se dá por seleção natural, não apenas sua conservação. E o segredo disso está na “funcionalidade” e “complexidade” do olho.

Digamos que eu esteja falando de uma etapa específica da evolução: do olho que só tem um bastão (situação A: olho monocromático) para o olho que tem três bastões (situação B: olho tricromático). Esses “bastões” de que falo são células visuais que são estimuladas por determinadas frequências de onda eletromagnética. O olho com três bastões discrimina muito melhor os estímulos visuais do que o olho com um bastão apenas, porque com três bastões você tem como fazer comparações (p. ex. um tipo de bastão pode ficar “excitado” em igual quantidade, y, em dois pontos da escala de frequência, x, que o estimula. Imagine isso como um gráfico onde esteja representadA uma curva, que seria a função estímulo. Para cada valor de y, teremos dois valores de x, menos quando a curva atinge seu ápice, onde há um valor de y para um de x. Logo, um bastão não consegue discriminar qual dos dois valores de x é o caso em uma situação concreta de estimulação y, a menos que seja no ápice da curva. Mas se tivermos mais duas curvas que se sobreponham com a primeira até certo ponto, provavelmente será possível descobrir qual x é o caso na maioria das situações).

Agora, digamos que estamos indo da situação A para a situação B. O AP certamente é responsável pelas duas mutações originais, que levaram a se ter mais dois tipos de bastão. Mas a organização funcional dos três bastões existe se e somente se, pelo menos no Ambiente de Adaptação Evolucionário no passado, dita organização funcional aumentou a taxa de reprodução diferencial (ou seja, não tanto a quantidade total de reprodução de um organismo, mas a diferença na reprodução entre os organismos, de uma mesma população do reservatório gênico, ou gene pool). A filtragem é seletiva, mas não deixa de ser causal também: ela não causa as partes, ela causa o todo. Enquanto as partes sozinhas não são funcionais, as partes juntadas formando o todo são funcionais. As partes sozinhas podem ter uma função ou outra, mas a seleção natural é quem decide qual direção terá a funcionalidade, e não outra. Isso o AP não pode explicar, e é isso o que o darwinismo intenciona fazer. Logo, ele não é uma explicação baseada em acaso, mesmo que ele,de fato, defenda que o mecanismo de filtragem recebe seu material de um mecanismo de AP.

Vamos fazer a comparação com um outro mecanismo, o de elaboração, que persegue diretamente as opções desejáveis para produzi-las nos ambientes adequados (um exemplo evolucionista disso: lamarckismo, com sua lei do uso e desuso). Algumas pessoas defendem que é preciso de um mecanismo de elaboração para causar a evolução adaptativa “criativa”. O mecanismo de elaboração pode ser “Deus” ou pode ser uma espécie de “predisposição do código genético para melhorar a si mesmo conforme o meio ambiente”. Esses mecanismos de elaboração não querem deixar o material da evolução ao AP, mas tbm podem querer que o material do AP seja melhor desenvolvido por um mecanismo mais “convicente” que um de filtragem que não pode interferir com o material oriundo por AP diretamente. Então, Deus resolve jogar dados com o mundo. Novas mutações surgem, e Deus decide quais delas irão prosperar, deliberadamente matando os organismos com as mutações “erradas”. Nesse caso, Deus nem sequer precisa escolher que a melhor funcionalidade ótima (ótima, em contraste com a ideal, que muitas vezes não está disponível) seja “selecionada”: ele pode escolher a mediana, a pior, etc. porque ele é quem elabora as opções que ele deseja, ainda que a partir do material advindo por AP. Logo, a explicação por seleção natural darwiniana, que se baseia na reprodução diferencial baseada na melhor funcionalidade ótima, está incorreta. Poderíamos dizer que, por deixar o material, as partes, para o AP, a explicação que postula Deus como organizador do todo funcional é apenas um “afunilamento” da explicação por AP, logo, que tudo surgiu por AP, mas foi conservado por Deus?

Novamente, veja que estou me esquivando de dizer se o AP é central ou não na teoria. Ele é parte da teoria, mas é tautológico dizer se ele é central ou não: depende do que seja central. Eu entendo que central na explicação darwiniana, que de fato a distingue das demais, é sua explicação do todo funcional, não das partes desse todo. Aliás a preocupação darwiniana é com o todo funcional que parece projetado, não com as partes como tais.

Um alerta, entretanto, aqui: um todo funcional pode ser formado por partes que, sozinhas, são todos funcionais, também gerados por seleção natural, logo, podemos dizer que, quanto mais graus de complexidade são adicionados, maior é a influência da seleção natural como explicação (porque esta influência sobe de fato), e menor a influência do AP como explicação (porque esta influência, eu entendo que podemos supô-la constante, para todos os fins, sendo que realmente ela pode ser apenas quase constante). A explicação do surgimento do primeiro elemento do olho, e a explicação do surgimento do último todo funcional do olho que engloba os últimos elementos surgidos do olho, contém diferentes participações diferenciais da “seleção natural” e do “AP”. Deve ter sido “bastante” por acaso que o primeiro aminoácido surgiu, é bem menos por acaso que o último elemento do olho surgiu.

[Eu, em 10/5/2013]

“Thus, chance and selection, the two components of the evolutionary process, explain different types of design properties in organisms, and all aspects of design must be attributed to one of these two forces. Complex functional organization is the product and signature of selection. Reciprocally, the species-typical properties of organisms attributable to chance will be no more important, organized, or functional than can be attributed to chance. . (…) Like most other methods of empirical hyphotesis testing, the demonstration that something is an adaptation is always, at the core, a probability assessment concerning how likely a situation is to have arisen by chance. The lens, pupil, iris, optic nerve, retina, visual cortex, and so on, are too well cordinated both with each other and with environmental factors – such as the propertises of light and the reflectant properties of surfaces – to have arisen by chance”. Isso foi escrito por John Tooby e Leda Cosmides, em “The Psychological Foundations of Culture”, na obra “Adapted Mind”, p. 62. Estava procurando uma passagem para comentar em um texto que estou escrevendo pro blog, e achei esse trecho, que me lembrou de nossa discussão!

[André Coelho, em 11/5/2013]

Então, acho que com isso podemos encerrar esta discussão provisoriamente. Concordei com o que você disse no final. O papel que eu queria que você reconhecesse ao AP você já reconheceu e o papel causal-cumulativo da seleção que você queria que eu reconhecesse eu nunca tive problema de reconhecer desde o princípio; você apenas recusa o “papel central”, mas isso é uma questão de interpretação valorativa apenas. Tivemos um bom debate. Abraços!

[vide a postagem anterior:  https://libertarianismoedarwinismo.wordpress.com/2013/05/22/evolucao-e-acaso-transcricao-de-discussao-que-tive-com-o-professor-andre-coelho-parte-1-de-2/ ]

Referências:

FOLEY, Robert. Os Humanos Antes da Humanidade: uma perspectiva evolucionista. Tradução: Patrícia Zimbres. São Paulo: Editora UNESP, 2003.

DAWKINS, Richard. O Maior Espetáculo da Terra: as evidências da evolução. Tradução: Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

DAWKINS, Richard. O Gene Egoísta. Tradução de Rejane Rubino. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

HERBERT, Frank. Messias de Duna. Tradução: Maria do Carmo Zanini. São Paulo: Aleph, 2012.

4 respostas em “Evolução e Acaso – transcrição de discussão que tive com o professor André Coelho -parte 2 de 2

  1. Pingback: Evolução e Acaso – transcrição de discussão que tive com o professor André Coelho -parte 1 de 2 | Tabula (não) Rasa & Libertarianismo Bleeding Heart

  2. Pingback: Sobre o naturalismo em ética e política – uma resposta ao professor André Coelho | Tabula (não) Rasa & Libertarianismo Bleeding Heart

  3. Pingback: Temas tratados no 1º ano do blog | Tabula (não) Rasa & Libertarianismo Bleeding Heart

  4. Pingback: Lugar de Darwin na história do mundo | Tabula (não) Rasa & Libertarianismo Bleeding Heart

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s