Centro por uma Sociedade sem Estado – C4SS

Estou publicando editoriais e artigos no Center for a Stateless Society (C4SS). O Centro por uma Sociedade sem Estado é uma instituição anarquista de pesquisa interdisciplinar e um centro de difusão de ideias. Sua missão é explicar e defender a ideia da cooperação social sem agressão, opressão, ou autoridade centralizada. Especificamente, o C4SS busca aumentar o entendimento e transformar as percepções do público a respeito do anarquismo, bem como serve, juntamente com a Aliança da Esquerda Libertária (Alliance of the Libertarian Left – ALL) e o Instituto Molinari, como abrigo institucional de libertários de esquerda anarquistas de mercado. Aqui irei colocar os resumos do que estiver publicando lá. Pode também ver todos os textos diretamente aqui.

P.s falta atualizar 

Como protestar contra a Copa e o estado? em 12/06/2014

Aqui argumento que, seguindo a tradição da desobediência civil em Thoureau e Spooner, o protesto contra os abusos da Copa, a serem realizados durante esta, poderia constituir-se na ocupação das zonas de exclusão comercial, criadas por lei em proveito da FIFA e das suas empresas parceiras, que dão a elas a exclusividade territorial de comércio e publicidade. Esses locais deveriam ser ocupados pelo comércio ambulante, por bazares e outros estabelecimentos não-filiados à FIFA, ignorando o Estado brasileiro e seus monopólios legais.

Link: http://c4ss.org/content/28186

Link em inglês:

Como o Brasil aprendeu que a Copa não é só futebol, em 09/06/2014

Argumento que os abusos cometidos pelo governo sob pretexto da realização da Copa, mesmo que possam ser considerados um “estado de exceção esportivo”, nada mais são do que abusos já cometidos reiteradamente pelo Estado brasileiro, só que agora mais escancarados por terem sido misturados ao esporte favorito dos brasileiros.

Link: http://c4ss.org/content/27541

Link em inglês:

Sobre escravos e terras, em 3/06/2014

Aqui comento a PEC do trabalho escravo. Argumento que a expropriação dos escravocratas em favor dos escravizados é legítima, contudo, questiono o fato da PEC não tornar a expropriação uma medida de reparação às vítimas desse crime, e nem equivale trabalho escravo a trabalho forçado, como deveria ser. Portanto, a PEC é mais sobre aumentar o controle do Estado sobre a terra do que reparar pessoas que foram vítimas de trabalho forçado.

Link: http://c4ss.org/content/27924

Link em inglês: http://c4ss.org/content/28000

Ação direta feminista, em 25/05/2014

Levando em conta a ocorrência da Marcha das Vadias em algumas cidades do país, uma manifestação visa denunciar a cultura sexista por trás do slut-shaming e da violência contra a mulher, argumento que, para opor-se a esse tipo de cultura, feministas podem e devem recorrer à ação direta, inclusive para combater novas formas de assédio às mulheres por meio de tecnologias como o WhatsApp e ajudar as vítimas desses abusos.

Link: http://c4ss.org/content/27531

Link em inglês: http://c4ss.org/content/27891

Pelo açaí, contra o governo, em 13/05/2014

Aqui mostro como um projeto de lei acabaria com uma importante tradição paraense: o consumo de açaí não pausterizado, não diluído. O projeto previa a obrigatoriedade da pausterização do produto, o que não só era um atentado à toda cultura e tradição do estado, mas também tiraria o trabalho de milhares de famílias. Isso ilustra como o Estado tem poderes que nós às vezes sequer refletimos.

 

Link: http://c4ss.org/content/27158

Link em inglês: http://c4ss.org/content/27163

Como Getúlio Vargas se apropriou do Dia do Trabalho, em 06/05/2014

Mostro como o Dia do Trabalho teve seu sentido mudado por Getúlio, que o transformou na comemoração da implantação da CLT, inspirada na Carta del Lavoro da Itália fascista, e, em consonância com esse modelo corporativista, cooptou os sindicatos, tornando-os monopolísticos e cobradores de tributo. O Dia do Trabalho original era vinculado à organização espontânea dos trabalhadores em busca de melhores condições de barganha, não à celebração de um sindicalismo vinculado ao Estado.

Link: http://c4ss.org/content/26993

Link em inglês: http://c4ss.org/content/27028

Liberalismo fora de contexto é pretexto, em 01/05/2014

Aqui alerto sobre a descontextualização dos princípios liberais e libertários no crescente movimento do Brasil. Sem uma contextualização apropriada, o liberalismo passa ser apenas pretexto para o favorecimento de políticas opressivas.

 

Link em inglês: http://c4ss.org/content/27156

Quando o estado literalmente invade nossos corpos, em 30/04/2014

Aqui abordo uma grave violência estatal institucionalizada no Brasil, a revista vexatória, e a campanha pela sua proibição, lançada pela Rede Justiça Criminal. A revista vexatória é um procedimento invasivo pelo qual os familiares de presos passam ao visitá-los na cadeia.

Link: http://c4ss.org/content/26840

Link em inglês: http://c4ss.org/content/26820

A quem os pobres pedem reintegração de posse? em 15/04/2014

Comento a atuação do Estado durante a reintegração de posse da Oi de um terreno conhecido como “favela da Telerj”, comparando-a com a desapropriação de pessoas pobres por conta da Copa do Mundo e de indígenas e ribeirinhos por conta da hidrelétrica de Belo Monte. A conclusão é que o Estado brasileiro não é um bastião da propriedade privada, mas sim um aparato que combina defesa da propriedade privada de grandes corporações combinada à persistente desproteção da posse das pessoas mais pobres e à ânsia em controlar o acesso destas à terra (monopólio da terra).

Link: http://c4ss.org/content/26438

Link em inglês: http://c4ss.org/content/26424

A mãe contra a babá abusiva, em 10/04/2014

Comento a história da filha de 5 anos de Katiele, que sofre de epilepsia e, para controlar suas convulsões, precisa de maconha medicinal. E como o governo brasileiro nega o acesso dessa mãe à única alternativa eficaz para o tratamento de sua filha. Com isso concluo como um Estado-babá pode ser abusivo e ruim para algumas das pessoas que mais passam por necessidades: os deficientes. E que maconha medicinal deveria ser legal, enquanto o Estado-babá, não.

Link: http://c4ss.org/content/26280

Link em inglês: http://c4ss.org/content/26282

A cultura do estupro e a falácia da moralização feminina, em 03/04/2014

Comento um texto de Rodrigo Constantino no qual ele afirma que “garotas direitas” correm menos risco de estupro. Considero que misturar probabilidade com moralização é vazio em conteúdo explicativo dos estupros e uma uma forma prejudicial de moralizar a vítima do estupro.

Link em português: http://c4ss.org/content/26062

Link em inglês: http://c4ss.org/content/26086

O Estado pode perdoar a si próprio? em 31/03/2014

O estado pode perdoar a si próprio? Essa é a pergunta chave feita por mim neste aniversário de 50 anos do golpe militar de 1964. A lei de anistia fez o que o direito internacional condena: perdoou violações de direitos humanos do próprio Estado. 

 

Link em português: http://c4ss.org/content/25878

Link em inglês: http://c4ss.org/content/25885

A neutralidade da rede é uma distração do problema verdadeiro, em 28/03/2014

Aqui falo do problema real que o Marco Civil da Internet, que passou na Câmara dos Deputados, não resolve. O maior argumento do Marco Civil é a dita necessidade de estabelecer a neutralidade da rede, para supostamente impedir que as empresas fechem áreas da internet para seus assinantes. Seria como se o governo estivesse decretando que as pessoas não podem escolher que tipo de serviço de internet querem possuir. O problema real não é a neutralidade ser obrigatória, mas sim a liberdade para entrar, experimentar e inovar no setor restar garantida. A interferência governamental só atrapalha o fornecimento de serviços no mercado e o próprio governo não é neutro.

Link em português: http://c4ss.org/content/25882

Link em inglês: http://c4ss.org/content/25890

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